quinta-feira, outubro 06, 2005

Excelentes jornalistas que temos em Portugal...


Esta notícia vem no Record Online

CORPO DE INTERVENÇÃO DA PSP CHAMADO

ACADEMIA SPORTING SITIADA

Representantes de duas claques do Sporting, Directivo Ultra XXI e Juventude Leonina, reuniram-se ontem com os três capitães do Sporting – Beto, Sá Pinto e Nélson –, bem como com o treinador José Peseiro, em Alcochete. O Corpo de Intervenção da PSP marcou presença na Academia, tendo chegado ao local em duas camionetas

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Como podem ver pela fotografia... isto é GNR, não é PSP, os Srs. jornalistas têm que conhecer melhor as nossas forças de segurança pública. Além disso, estas viaturas são carrinhas, furgões e não camionetas. As camionetas, pelo menos foi assim que me ensinaram, é onde se fazem excursões, autocarros, ou então onde se carrega areia e outras coisas do género. De certeza que não conhece os tipos de viaturas e não tem carta de condução, ou então comprou-a. Devo de dizer que é uma vergonha para qualquer jornal ter um jornalista destes. Escandaloso, como diria uma amiga minha!!!

quarta-feira, outubro 05, 2005

Treinadores para a crise Sportinguista

nullCAMACHO, AUTUORI, COUCEIRO E PAULO BENTO
4 NOMES PARA RENDER PESEIRO


Peseiro pode suceder a Peseiro, mas os nomes de outros possíveis candidatos começam a ser badalados. Couceiro, no desemprego; Autuori com conhecimentos do futebol português; Camacho, vencedor da Taça pelo Benfica; e Paulo Bento, campeão de juniores em no início de carreira, são os nomes que aparecem mais bem colocados à sucessão.

A minha opinião... ou continua o Peseiro ou então Paulo Bento. Camacho??? Nem pensar, Autuori, talvez, Couceiro também seria uma boa hipótese.

Despesa pública pode aumentar 4%

"Até ao final da próxima semana, o Governo de José Sócrates tem de apresentar o Orçamento do Estado para 2006 (OE 2006). É o primeiro grande documento de política económica apresentado pelo Executivo Sócrates depois da demissão do ex-ministro das Finanças, Luís Campos e Cunha."

in O PÚBLICO

"O Estado vai pedir emprestado o equivalente a dois mil euros por português, durante este ano, elevando para 20 mil milhões de euros o total de dívida a contrair durante 2005. Em termos acumulados (a soma deste com os anos anteriores) calcula-se que o Estado termine o ano com 102 mil milhões de euros em dívida, o que equivale a 10 mil euros por cada português e a 65% do Produto Interno Bruto (PIB, a riqueza gerada no país), uma subida forte face aos 61,9% do PIB registados em 2004.

A última previsão, feita em Janeiro, apontava para um total de 14,6 mil milhões de dívida a contrair este ano, mas as alterações introduzidas pelo Orçamento Rectificativo, aprovado pelo actual Governo em Julho, vieram aumentar a necessidade de financiamento do Estado, adiantou ontem o Instituto de Gestão de Crédito Público (IGCP).

Na sequência do Rectificativo, o IGCP reviu o programa de financiamento que tinha sido anunciado em Janeiro e, agora, planeia contrair dívida no valor de 20 mil milhões de euros, até ao final do ano - um montante que inclui uma fatia de 7,2 mil milhões de euros referente ao refinanciamento de dívida de médio e longo prazo, que será amortizada durante este ano.

A revisão do programa de financiamento implica a emissão de títulos de dívida como Obrigações e Bilhetes do Tesouro ou Certificados de Aforro.

Dívida tem aumentado

A dívida do Estado estimada para este ano equivale a 65% da riqueza gerada pelo país e tem vindo a aumentar sustentadamente desde 2001.

É esta subida que é preocupante e não o valor absoluto, concordam vários economistas ouvidos pelo JN. Jorge Santos, professor de macro-economia, lembra o caso da Itália, onde a dívida ultrapassa o valor total da riqueza produzida pelo país, enquanto que César das Neves recorda que nos anos 80, o rácio nacional ultrapassou os 70%.

"O valor não é dramático, mas implica um acréscimo de juros, que terão que ser pagos pelo cidadão comum, e faz com que seja mais difícil controlar o Orçamento de Estado", considera César das Neves.

Por outro lado, este ano, o PIB deverá crescer apenas 0,5%, "abaixo da taxa implícita a pagar pela dívida", o que agrava ainda mais a factura, afirmou Jorge Santos.

Para o cidadão comum, o impacto do aumento da dívida não se sentirá a curto prazo, mas "os juros terão que ser pagos pelo Estado, que só tem uma forma de ir buscar dinheiro - através dos impostos", adiantou o também professor universitário João Carvalho das Neves."

in O JORNAL DE NOTÍCIAS

Vamos aguardar o tão esperado Orçamento de Estado para 2006, que de modo algum não deveria ser apresentado antes das eleições Autárquicas, dado que iria alterar os seus resultados, mas tmbém se pode concluir desta situação o seguinte: ou se tem coragem para mostrar resultados, bons ou maus, ou então saiam de lá, porque, para falar de outros que lá estiveram antes não vale a pena, visto qu estes ainda fazem pior.

Será sorte?

Depois do empate do F.C.Porto (não sei como, uma vez que conheço portistas que dizem que deviam ter perdido), da derrota do Sporting (nem vale a pena comentar, blackout), faltava o Benfica... bem daqui, nem sei o que dizer, nunca vi tanta sorte junta, mas será sorte ou será aproveitar os erros dos outros? Sem querer ser ofensivo nem coisa parecida, mas será que o Simão vai agora para os jogos com a fralda molhada??? Assim, o Estádio da Luz muda de nome... "Mictório"

sexta-feira, setembro 30, 2005

Em relação à popularidade dos condidatos...

"Mário Soares sofreu um enorme rombo na popularidade junto dos portugueses, revela o Barómetro da Marktest para o DN e TSF. Um mês depois de ter apresentado a sua candidatura a Belém, o ex-presidente da República viu a sua popularidade cair nada mais nada menos que 40 pontos percentuais, levando-o de um confortável balanço positivo de 20 pontos entre opiniões favoráveis e desfavoráveis em relação à sua actuação, para um muito desconfortável lugar na cauda da tabela das personalidades. Agora, Soares tem um saldo de 20 pontos negativos, só ultrapassado à esquerda por Manuel Maria Carrilho e João Soares (dois candidatos em autarquias da Grande Lisboa). Para agravar as coisas, Mário Soares vê o seu ex-companheiro e agora adversário de luta Manuel Alegre subir um ponto na avaliação dos inquiridos, conseguindo um balanço favorável de 18 pontos entre opiniões positivas e negativas. E, do outro lado da barricada, o não candidato mais candidato presidencial que existe, Cavaco Silva, baixou um ponto, que nem cócegas faz nos 43 por cento de balanço positivo que mantém entre os que gostam e os que criticam a sua actuação. De qualquer forma, este é um mês aziago para as personalidades deste painel. É que 16 dos 21 viram a popularidade descer. A subir estão, entre outros, Alberto João Jardim e Santana Lopes."

Se estes não são muito populares, e então estes???

Num bom inestimento não há espaço para desperdícios e saber evitá-los é que constrói a sorte, displicéncia É pena "Aceito candidatar-me a Presidente da República" - foi desta forma que Mário Soares entrou ontem na corrida para Belém, apresentando-se não como candidato do PS, mas como "um candidato nacional, apoiado pelo PS". A seus pés tinha o PS e o Governo em peso, com José Sócrates sentado bem em frente ao palanque de onde Soares justificou a sua candidatura e foi desmontando, um a um, os vários argumentos que, no último mês, começaram a ser esgrimidos contra a sua terceira propositura presidencial.

Num discurso com uma forte dose de optimismo, em que ilibou o Governo de responsabilidades exclusivas na situação do País (lembrou que a crise económica é mundial) e apelou ao empenhamento de todos para responder aos "males da Pátria", Soares apresentou um argumentário de campanha. Respondeu aos seus críticos e, ao mesmo tempo, aproveitou para fazer marcação todo o terreno ao seu provável adversário Cavaco Silva. Relativizando a mais-valia da formação em economia, mas também insurgindo-se contra tentações presidencialistas.

"Mais que isto é Jesus Cristo." Reconhecendo que vivemos "um momento de crise, de desorientação e de indiferença", o ex-presidente da República sublinhou que "o abrandamento económico e os défices não são fatalidades insuperáveis". "Tenho essa experiência", acrescentou, numa alusão às circunstâncias económicas em que foi primeiro-ministro.

Mas relativizou esta questão "A economia é extremamente importante, ninguém o ignora. (...) Mas a economia está ao serviço das pessoas e não as pessoas da economia. O que faz andar o mun-do são as ideias e a vontade das pessoas", sublinhou, citando, depois, Fernando Pessoa: "Mais do que isto/é Jesus Cristo/que não sabia nada de finanças/nem consta que tivesse biblioteca." Foi uma das ocasiões em que arrancou gargalhadas à sala, acompanhadas de muitos aplausos. Soares riu-se também, apoiado no palanque, de perna cruzada.

A marcação a Cavaco não se ficou por aqui. O antigo presidente disse estar "em boas condições para dialogar, sem crispação, com todos os sectores da sociedade" e recordou a conduta que, em sua opinião, deve ser a do Chefe do Estado - "o que chamei, em tempos, uma magistratura de influência". Era invocado o fantasma do Cavaco interventivo e de uma coabitação difícil com o Governo socialista "O Presidente não pode - nem deve - substituir-se ao Governo no exercício das [suas] funções (...). Tem o dever de respeitar a separação dos poderes, exercendo, com isenção, as funções de árbitro e moderador."

Por outro lado, se Cavaco torce o nariz a voltar à política, Soares garantiu que, pela sua parte, a candidatura não representa "qualquer sacrifício".

Estímulo aos idosos. O discurso de oito páginas com que o fundador do PS se apresentou como candidato presidencial perante uma plateia repleta de personalidades (ver páginas 3 e 4) começou com a contestação, quase ponto por ponto, às críticas que se ouviram no último mês à sua recandidatura.

Soares respondeu aos que levantaram a questão da sua idade avançada - "Com os meus 81 anos serei, seguramente, um estímulo para todos os idosos que recusam morrer antes de chegar a sua hora", afirmou, uma ironia que se revelou hilariante. Antes, acusou o toque dos que lhe recordaram que ainda há pouco tempo tinha dito "Basta de política!". Argumentou, em sua defesa, que não surgiram "políticos preparados, com apoios sólidos, e com vontade de ousar, com êxito, protagonizar o combate pela Presidência".

Aos que lembram que o mundo mudou nos últimos vinte anos e criticam o percurso de Soares desde que deixou Belém, o socialista respondeu com o seu currículo na última década, recheado de livros, conferências, missões para a ONU, um mandato no Parlamento Europeu e ainda a oposição à guerra do Iraque ("Tivemos razão, como hoje está à vista".) "Eu também mudei. Muito. (...) Adquiri novos conhecimentos e tenho hoje bastante mais experiência acumulada. Conheci novas pessoas e vivi, em Portugal e no estrangeiro, situações diferenciadas, que me enriqueceram. É isso - que não é pouco, nem despiciendo - que entendo ser do meu dever pôr de novo ao serviço de Portugal e dos portugueses."

in DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Dinossauros são os mais atraídos pelo jogo da bola

Mesquita Machado é um dos autarcas que melhor exemplificam uma permanente ligação da política ao futebol. Após vários cargos no dirigismo desportivo, o autarca de Braga é actualmente presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol. A câmara foi fundamental para a constituição da SAD do Sporting Braga e para a construção do novo estádio, que dos 29 milhões orçamentados chegou aos quase 100 milhões de euros de custo final. Valentim Loureiro é outro exemplo claro. De presidente do Boavista a presidente da Liga de Clubes, esteve sempre com um pé na política e outro no futebol. E foi esta relação que levou Valentim a ser um dos arguidos do "Apito Dourado".

Avelino Ferreira Torres é ainda mais emblemático neste tipo de relação. O estádio de Marco de Canaveses até tem o seu nome e o clube local recebe avultadas verbas da autarquia para se manter no futebol profissional. Fátima Felgueiras é outro caso. O processo do "saco azul" envolve verbas que seriam canalizadas pela autarca para o clube local, numa forma de financiamento ilícito. Hoje, o Felgueiras já nem tem futebol profissional.

Mário Almeida, também ele um autarca com mais de 20 anos de poder, é outro caso de forte relação com o futebol. Há 25 anos que preside à assembleia geral do Rio Ave, sem ver nisso qualquer problema. "Sinto-me um desportista na política . Tenho dificuldades em perceber esse tipo de promiscuidade de que se fala. Se as pessoas gostam de futebol por que é que não se pode apoiar o futebol?" As ajudas camarárias são consideradas normais. "Recebe um subsídio igual ao dos bombeiros. Ao todo andará nos 45 mil contos por ano."

in DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Quixotesco

Manuel Alegre assumiu definitivamente o papel de D. Quixote e decidiu avançar sozinho para Belém. Já não conta sequer com o apoio de dirigentes do PS que ainda lhe permaneciam fiéis depois da declaração de candidatura de Mário Soares mas que acabaram por abandoná-lo em nome da disciplina partidária. Aliás, não perdeu tempo em comunicar- -lhes a decisão, talvez por saber que já não podia contar mais com eles. Ou sobretudo porque preferiu levar até ao fim a ficção do seu já famoso conto O Quadrado e vestir a armadura da solitária personagem épica que é o seu alterego.

Alegre é confortado por algumas sondagens que valorizam o potencial da sua candidatura e até o creditam como o candidato da esquerda que poderia obter um melhor resultado contra Cavaco na segunda volta. Perante um Cavaco ganhador, de forma esmagadora, em qualquer cenário, Alegre teria pelo menos a consolação simbólica de ultrapassar Mário Soares, apesar do apoio do aparelho socialista ao ex-Presidente. Acontece, porém, que Alegre aposta ainda na possibilidade de sair triunfante da peleja derradeira. Aparentemente, ele acredita no poder mágico do gesto poético que redime até o motivo inconfessável do seu combate (e do seu ressentimento). Um motivo chamado Mário Soares.

A fidelidade afectiva não é, decerto, um argumento para os que vêem a política como um universo onde apenas imperam a frieza e o cinismo das razões. Mas representa uma das poucas âncoras que restam em tempo de crise de valores. Soares menosprezou o capital dos afectos - que sempre foi a sua maior arma política - ao tratar Alegre como um trapo velho. Isso não passou despercebido aos eleitores e Alegre tornou-se o grande calcanhar de Aquiles da campanha de Mário Soares. Mesmo que ainda acabe por desistir do combate contra os seus moinhos de vento, Alegre já relegou Soares para o papel de Sancho Pança.

por Vicente Jorge Silva in DIÁRIO DE NOTÍCIAS

À conquista de adeptos

Nem os menos cépticos acreditariam que Portugal poderia acolher, um qualquer dia destes, uma competição internacional de basebol. Nem os 11 anos de existência da Federação Portuguesa de Basebol e Softbol seria um argumento suficientemente forte para que os menos crentes pudessem conjecturar esta hipótese.

Mas a realidade é outra, bem diferente, e a prova está no facto de Abrantes - cidade onde está a ser construído o primeiro campo de basebol, que estará pronto em Dezembro, para acolher as competições da modalidade - receber a fase final da I Liga Ibérica de Basebol, este fim-de-semana. Um projecto concebido pela federação portuguesa aquando do "sinal verde" dado pelo município de Abrantes para construir o único campo de basebol.

Sandra Monteiro, a dirigente federativa desde Abril de 2004, que é a mais jovem presidente de uma federação, com 28 anos, é a "progenitora" deste projecto, que agora traz a Portugal as seis equipas (três portuguesas e três espanholas) que melhores resultados conseguiram numa fase inicial da I Liga Ibérica (discutidas em Vigo e Madrid). Um projecto que na altura "pareceu utópico", confessou ao DN, mas que, com o esforço, espírito de sacrifício e voluntarismo de todas as pessoas envolvidas nesta ainda jovem federação, tornou-se real e "ultrapassadas todas as inúmeras dificuldades logísticas". Dificuldades estas que se prenderam, especialmente, pelo facto do final da prova não se realizar num campo de basebol, mas sim num recinto de relvado sintético e outro de relva natural, que são vizinhos do futuro campo de basebol - onde os alicerces já dão a ideia do que ali vai crescer - inseridos na Cidade Desportiva de Abrantes.

Contudo, a Federação Portuguesa de Basebol conseguiu seduzir a sua congénere espanhola e as seis equipas (Paz de Oliveira de Azeméis, A. A. Coimbra, Tigres de Loulé, Tiburones Coruña, Toros de Madrid e Dos Hermanos de Sevilha) vão mesmo disputar a fase final no nosso país. Divididas em dois grupos, as formações jogam todas contra todas e as duas melhores discutirão a final (que se realiza domingo, às 15.00).

Para Sandra Monteiro, o facto de Portugal estar a organizar a competição é uma forma de "treino" para projectos futuros que a federação já tem em mente e pretende mesmo torná-los reais "Ajudar-nos-à preparar a candidatura que faremos em 2006, para organizar uma competição europeia de clubes". Um objectivo que, a ser concretizado, se desenrolará entre Junho e Julho do próximo ano.

Mas olhando para o presente, Sandra Monteiro acredita que a I Liga Ibérica poderá chamar muitos espectadores e cativar adeptos. Com cerca de 400 filiados, a dirigente federativa salientou que "há muitos praticantes espalhados pelo País, pois a modalidade já integra alguns programas do desporto escolar. Os jovens são devoradores de basebol".

O pior é atrair os mais velhos, que, de acordo com a presidente, "ainda têm um preconceito, por a tradição não existir".

in DIÁRIO DE NOTÍCIAS

quinta-feira, setembro 29, 2005

Esquema da idade

Mesma notícia, títulos diferentes

SIC: "Nogueira Leite critica Santana Lopes e João Soares"

PortugalDiário: "Nogueira Pinto elogia Soares e Santana por realojamentos"

Nota: o texto de ambas as notícias é idêntico e pertence à Lusa. A candidata também é a mesma (Nogueira Pinto)! Sobre o conteúdo desta, recomendo a análise do My Guide to your Galaxy.

por
BrainstormZ in O INSURGENTE