quarta-feira, outubro 19, 2005
Mais um post excelente... pelo gajo que edita o BITS & BYTES
Serão mais 18 anos à espera de novo título???
"Dias da Cunha deixa a Presidência
António Dias da Cunha informa que decidiu deixar a Presidência do Conselho Directivo do Sporting. Num comunicado emitido ao princípio da tarde, Dias da Cunha explica as razões da sua atitude e sublinha que a decisão de aceitar as demissões de Paulo de Andrade e José Peseiro, embora sustentada pelo que considera ser o “superior interesse” do Sporting, “violentou-me de forma intolerável”.
Comunicado
Tornei público ontem que decidi aceitar os pedidos de demissão do Administrador Executivo da Sporting, SAD, Paulo de Andrade, e do treinador principal da equipa de futebol, José Peseiro. Ambos tinham há muito posto os seus cargos à disposição, tornando claro que não esperavam do Sporting qualquer compensação – felizmente há pessoas que pela sua qualidade ímpar e pela maneira como servem o Clube continuam a demonstrar que o Sporting é diferente.
A decisão que tomei, embora tenha tido a sustentá-la o que fui levado a considerar como o superior interesse do Sporting, violentou-me de forma intolerável...."
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Comentários a esta saída precoce no RECORD ONLINE
"15:21 - Nuno Artilheiro
Agradecemos ao Dr. Dias da Cunha tudo o que fez pelo Sporting, com a certeza de que o fez foi na sua visão do que era melhor pelo clube. Ainda assim esta decisão era inevitável e a bem da verdade, só peca por tardia. Que regressem os "intocáveis" que já estiveram no clube e que o conseguirão levar pra frente. Sabem a quem me refiro. Viva o Sporting!
15:21 - Mario Rodrigues
sr.Dias da cunha nao devia ter feito isto...que pena era um homem que deu a cara a pinto da costa e outros...SPORTING PARA SEMPRE!!!!!!
15:20 - Sérgio Lourenço
Agora cabe ao Presidente da Assembleia Geral convocar eleições antecipadas, porque a direcção e a SAD continuarem em funções com os que lá ficaram até Setembro de 2006 é ridículo...
15:20 - Costa Ferreira
Aplausos para Dias da Cunha! Ao demitir-se das funções que tinha no Sporting, não há dúvida de que é menos um senhor que nada percebe de futebol mas que gostava de ter uma posição de relevo no futebol em Portugal. Se é que ter uma posição de relevo no futebol português é assim tão dignificante para qualquer pessoa de bem... Não basta ser um bom gestor financeiro para se estar à frente de um clube de futebol, pois é necessário perceber-se da "poda"...
15:19 - Pedro Ferreira
como portista tenho de admitir que Dias da Cunha é um grande Homem. Defendeu a sua dama até ao fim. É um homem íntegro a 100 %. Prova que a sua palavra vale mais que qualquer assinatura. É destes homens que o país, e não só o futebol, precisa. Parabens e boa sorte. Como portista também desejo todas as felicidades do mundo ao Sporting para que volte em grande e dê ainda mais prestígio ao futebol Português.
15:18 - jorgepais
Sai um Homem sério, que dotou o Spoting com o Alvalade XXI, com a Academia, e com uma situação económica equilibrada.E sai por culpa de um bando (Juveleo manipulados por uma figura que irá ser um futuro candidato à SAD.Espero que a futura direcção acabe com os benefícios a essa corja desestabilizadora.
15:17 - João Paiva
Afinal Deus existe. Melhor notícia que esta não podia haver. Todos os que deviam sair do projecto, sairam.
15:16 - Pipo
DEMOROU A PERCEBER,MAS LA CONSEGUIU !!
15:14 - Ricardo Marques
Até k enfim uma boa noticia... Estava a ver k nunca mais se ia embora...
15:14 - carlos fernandes
Então quem é que vai escolher o treinador?
15:13 - Claudio Ruben
Finalmente um boa noticia...Adeus e nunka mais voltes !!
15:12 - adroaldo moreira borges
obrigado pela renuncia.um abraço, agora que venham os fieis filhos de leao e viva o sporting
15:10 - nilton monteiro
E com tristeza q recebo esta noticia ,penso q prestamos um mau serviço ao sporting.ele nao devia demitir pois o sporting nao e so futebol ,em todo caso foi digno e so tenho a dizer obrigado a ele ao peseiro q ja nao tinha condiçoes para continuar.penso q os sportinguistas tem de parar pra pensar pq nao somos um clube de bandoleiros."
Se alguns destes senhores que comentou esta notícia é Sportinguista, um verdadeiro adepto do futebol e principalmente do Clube, não deveria de injuriar alguém que fez muito por ele.
A investigação da Judiciária aos bancos portugueses
- Os bancos portugueses são maioritariamente de madeira, com um buraco no meio do assento para enfiar o dedo. Normalmente são pintados a tinta de esmalte;
- Em primeiro lugar nos acidentes com bancos portugueses vem a queda acidental por uso indevido (para apanhar um copo na prateleira de cima), logo seguida do dedo preso no buraco que os bancos têm a meio do assento;
- Há mesmo quem use o banco como contraceptivo, provando-se ser verdadeira a famosa história do pontapé no banco (que até à data se julgava ser apenas lenda popular);
- Não há nenhum banco português on-line, devido à total impossibilidade de abrir um buraco a meio do monitor, para enfiar o dedo;
- Esta investigação não vai dar em nada porque deixa de fora os ricos e poderosos: é sabido que o Poder usa Cadeira e não bancos;
- O único caso encontrado de lavagem de dinheiro usando um banco português não pôde ser usado como prova pois o banco inchou com a água, ficando empenado e sem préstimo. "Nem um alfinete cabia no buraco do assento, quanto mais um dedo", disse o chefe da brigada de investigação;
- Descobriu-se um projecto secreto para colocar bancos portugueses no fundo das garrafas de vinho do mundo inteiro. A idéia era que, em vez de se dizer que o vinho tinha assento, se dissesse que o vinho tinha um banco português. Este projecto vinha sendo acarinhado pelo Governo como forma de relançar o nome de Portugal no mundo.
por JN in CONTRA-INDICADO
Genial... pura e simplesmente genial este post por JN. Aconselho uma visita prolongada ao seu blog!
terça-feira, outubro 18, 2005
ESTRUTURALMENTE ANTIPRESIDENCIALISTA

(Francisco Sá Carneiro, entrevista ao Jornal O Tempo , 29 de Novembro de 1979, in 'Sá Carneiro Biografia Política', Nuno Manalvo, Lisboa, Parceria A. M. Pereira, s/ data, pág. 165)
in re-Descobrimentos
Outros links: INSTITUTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO
Para mim, Francisco Sá Carneiro, foi e será sempre um dos maiores homens de Portugal. Posso dizer com toda a certeza, que com ele nunca estariamos nesta crise que actualmente Portugal passa.
OE 2006
"Sem truques", de "rigor", mas ao mesmo tempo de "esperança". Foi assim que o ministro Teixeira dos Santos classificou o OE. Mas para muitos portugueses esta proposta traduz, acima de tudo, a concretização de muitas medidas já anunciadas e previstas (como o aumento de alguns impostos, a alteração ao estatuto da aposentação ou a moderação salarial), que se irão traduzir num apertar de cinto.
Em contraponto com este cenário surge a reposição dos PPR, ainda que em moldes ligeiramente diferentes do que acontecia com o benefício fiscal extinto por Bagão Félix. Ou seja, agora pretende-se incentivar os contribuintes a verem e usarem este plano como um complemento de reforma e, por isso, penaliza-se mais quem opte pelo seu reembolso total ou parcial e incentiva-se que seja recebido sob a forma de prestações regulares. Os montantes da dedução variam entre os 400 e os 300 euros.
Inversamente, para os pensionistas, este OE concretiza a penalização dos seus rendimentos ao estabelecer uma dedução da específica para as pensões entre os 40 mil e os 83 mil euros - valor a partir do qual não há direito a dedução. Imunes a todas as mudanças ficam os que têm pensões até 7500 euros por ano.
Cumprindo a sua promessa de basear este OE num cenário macro-económico realista, Teixeira dos Santos avançou com uma revisão em baixa de quase todos os indicadores, em relação ao que estava previsto no Programa de Estabilidade e Crescimento. Apesar de prever que a economia cresça somente 1,1% (ver infografia), mantém a meta para a evolução da taxa de desemprego, situando-a em 7,7%. Com a necessidade de consolidação das finanças públicas e o grau de endividamento das famílias (que se traduzirá em menor consumo), a aposta do crescimento volta-se para as exportações.
Este OE procede a uma redução global da despesa da ordem de 1,7 mil milhões de euros, tendo Teixeira dos Santos salientado a ruptura com a evolução de anos anteriores, ao fazer baixar a despesa total de 49,3% para 48,8% do PIB e evidenciado uma descida de 250 milhões de euros só no sub-sector Estado. Mas, desta vez, o esforço de consolidação também bateu à porta das autarquias e regiões (ver texto nestas páginas). Para conseguir baixar o défice de 6,2% para 4,8%, o ministro conta ainda com a evolução de 6,8% das receitas fiscais.
Sobre as questões salariais, não avançou valores, precisando que os aumentos dos funcionários públicos serão suportados pela dotação provisional do Ministério das Finanças. A redução de 2,5% nas despesas com pessoal deve-se a medidas como o congelamento das promoções ou a dinamização do quadro de supranumerários.
Computador
Este OE reactiva a possibilidade de deduzir no IRS as despesas com computador até ao limite de 250 euros.Mas há condições à utilização deste benefício o contribuinte não pode ter rendimentos que atinjam o novo escalão taxado a 42% e podem aplicá-lo uma única vez, entre 2006 e 2008.
Deduções e educação
Os escalões do IRS e as deduções são actualizadas à taxa de inflação prevista (2,3%) e as despesas com explicações passam a poder ser apresentadas no conjunto das deduções com a Educação.
Privatizações
Em 2006, o Estado conta encaixar 1,56 mil milhões de euros em privatizações. As alienações incidirão principalmente sobre empresas do sector energético (Galp, EDP ou REN), papel, transportes ou comunicações."
in JORNAL DE NOTÍCIAS
quinta-feira, outubro 13, 2005
Há coragem???
a) Fim da segurança social obrigatória;
b) Introdução de impostos municipais;
c) Flexibilização da lei laboral;
d) Alteração do regime laboral da função pública;
e) Redução do IRS;
f) Fim do IRC;
g) Fim do Rendimento Mínimo Garantido;
h) Privatização da RTP, RDP, TAP, CTT, CP, etc;
i) Simplificação do processo de dissolução das sociedades;
j) Fim do apoio aos clubes de futebol;
k) Hipermercados abertos nas tardes de domingo;
l) Introdução da flat tax;
m) Fim dos incentivos às empresas;
n) Extinção de inúmeros institutos públicos inúteis;
o) Revisão da Constituição, e
p) Extinção do ministério da cultura.
Existem diversas outras medidas (como a descida do IVA) que deveriam ser aplicadas com urgência. Outras ainda, não tão urgentes, mas não menos importantes, como a profunda alteração do conceito de ensino público (com a introdução dos vouchers), do serviço nacional de saúde e uma reforma do sistema de funcionamento dos tribunais.
São medidas difíceis, mas não custa nada mencioná-las, de quando em vez."
in O INSURGENTE
Comentário por Tau-Tau... ver AQUI
Cobrança de calotes...
É no IVA que os processos de cobrança coerciva - que resultam do não pagamento da dívida no prazo estipulado - registam valores mais elevados. De acordo com a Conta Geral do Estado, atingiram, só neste imposto, 416,1 milhões de euros, a que acrescem ainda 78,5 milhões de juros de mora e 8,2 milhões de custas. Já nos impostos sobre o rendimento (IRS e IRC), a dívida totaliza 3131,7 milhões.
Ao todo, o Estado tem para receber, relativamente a 2004, qualquer coisa como 930,1 milhões de euros. A esta verba há ainda a somar os 71,1 milhões de euros em falta relativos a impostos municipais (receitas de autarquias) e 54,3 milhões na Segurança Social e outras entidades.
O mesmo documento apurou, ainda, que as extinções de créditos por prescrições atingiram 219,1 milhões de euros em 2004, sendo que a maior parte desta verba perdida diz respeito a dívidas de IVA (131,6 milhões de euros) e IRS e IRC (48,5 milhões).
Já as prescrições de créditos dos restantes impostos administrados pela DGCI ascenderam a 38,8 milhões. No ano passado, e segundo informações da DGCI para a elaboração da Conta Geral do Estado, verificou-se ainda a anulação de dívidas no valor de 735,7 milhões de euros. Estas anulações ocorreram quer por decisão judicial, quer por anulação dos próprios serviços. Também neste caso, a maior parte das anulação incidiu sobre o IVA (383,6 milhões de euros) e dos impostos sobre o rendimento (294,2 milhões de euros).
No que diz respeito às chamadas dívidas conhecidas ao Estado (receitas por cobrar), constata-se que, entre o início e o fim de 2004, se registou um aumento de 2,5 mil milhões de euros. Esta situação deve-se essencialmente ao facto de a contabilização da maior parte da receita fiscal implicar que a liquidação seja feita antes da cobrança se verificar. Nas taxas e multas, onde esse deferimento já não acontece, ao aumento de foi de 169 milhões de euros."
in Jornal de Notícias
Alguém atrás das dívidas do Estado ao Fisco???
Será que teremos motivos para nos preocuparmos???
Será para nos preocuparmos ainda mais???
"Portugal vai tomar medidas adicionais de contenção da despesa para compensar a revisão em baixa do crescimento da economia europeia e portuguesa. A informação foi avançada pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que falava à margem do Conselho Ministerial de Economia e Finanças da União Europeia (Ecofin), no Luxemburgo.
O ministro, que falava menos de uma semana depois de a Comissão Europeia rever as suas estimativas de crescimento para 2005 de 1,6 para 1,2%, admitiu que, "enquanto não houver relançamento da economia na UE, Portugal também terá dificuldade". Razão pela qual o país não escapará a uma revisão em baixa da sua taxa de crescimento.
Teixeira dos Santos não especificou quais as medidas de ajustamento adicionais, "do lado da despesa", a adoptar no quadro do Projecto de Orçamento do Estado para 2006, que será apresentado sexta-feira, mas excluiu novos aumentos de impostos além dos previstos no Programa de Estabilidade e Crescimento aumentos dos impostos sobre o tabaco (de 15% por maço e por ano entre 2006 e 2009) e sobre os produtos petrolíferos (a taxa sobe 0,075 euros em três anos, à razão de 0,025 euros por ano).
Nem serão prejudicados os investimentos previstos em grandes projectos de infra-estruturas, garantiu, acrescentando que as grandes obras como a construção do aeroporto da Ota ou o comboio de alta velocidade não têm impacto no défice público, uma vez que os seus custos já estão acomodados no programa de estabilidade português.
Apoiando-se nos sinais de alguma recuperação do crescimento em 2006, esperada pela UE e pelo Ecofin, o ministro não receia uma recessão da economia nacional. E assegurou também que o resultado das autárquicas não influi no conteúdo do Projecto de Orçamento."
Agora a parte séria da referida notícia... para o escândalo
Baixar os salários em 3,7%
"No âmbito da habitual troca de impressões do Ecofin sobre a situação económica da Zona Euro, foram vários os ministros que manifestaram preocupação com o fraco crescimento económico. À luz das discrepâncias de crescimento entre países do Euro, os estados-membros são convidados a apresentar as suas previsões sobre a competitividade (preços/custos) das respectivas economias. E, até 15 do corrente, deverão transmitir a Bruxelas os planos nacionais de implementação da estratégia de relançamento económico da UE, Agenda de Lisboa.
Nesse quadro, os peritos da Direcção-Geral da Economia e Finanças da Comissão sugerem para a Zona Euro uma baixa generalizada dos salários de 3,7%, a fim de tornar as empresas mais competitivas e aumentar em 1% a taxa de crescimento dentro de três anos. A sugestão consta do relatório trimestral sobre a situação económica na "Eurolândia", publicado este mês."
E que tal comentar este post? Gostaria de saber as vossas opiniões!!!
quarta-feira, outubro 12, 2005
Criticam os anteriores e fazem igual ou pior
De qualquer forma o Tribunal de contas rejeitou esse concurso pelos blindados, falta saber é por quanto tempo, porque 265 milhões de euros fazem falta.
Podem ver a notícia completa AQUI
