quinta-feira, setembro 01, 2005
Leitura obrigatória: JPP no Abrupto, sobre Mário Soares
No post MÁRIO SOARES, JESUS, FINANÇAS E BIBLIOTECAS.
quarta-feira, agosto 31, 2005
Novo visual
Espero dentro de alguns dias ter tudo resolvido.
terça-feira, agosto 30, 2005
Gato por lebre, ou o caso TVI
Muito se vem falando do caso da venda a uma empresa espanhola de uma participação importante do capital da TVI e, ao mesmo tempo, da prorrogação das licenças de emissão dos operadores privados por mais 15 anos.Nos termos da Lei, a Alta Autoridade para a Comunicação Social pronunciou-se, então, sobre os projectos, considerando que todos eles reuniam os requisitos mínimos necessários e que tinham a ver com a programação, tempos de emissão, origem dos programas, nacional ou estrangeira, cobertura do território, meios técnicos, equilíbrio financeiro e outros.
Será curioso recordar que, na sua apreciação, a AACS considerou o projecto da TVI, entre os três, como o “projecto mais modesto, quantitativamente moderado e qualitativamente menos exigente, em que a predominância da defesa dos valores do humanismo cristão influencia coerentemente o conteúdo e o estilo dos programas”.
Embora esta característica da programação não contasse da Resolução referente à concessão, ninguém duvidou de que a atribuição da licença teve tudo a ver com o facto de serem Instituições ligadas à Igreja Católica o seu principal promotor e os garantes do perfil da programação.
Passados alguns, poucos, anos os accionistas promotores da TVI, face à fragilidade financeira revelada, foram obrigados a encontrar novos accionistas. Mercê de sucessivos processos de reconstituição do capital, os accionistas fundadores vieram a dar lugar a outros accionistas que em nada participaram no projecto da fundação.
Como resultado, da TVI apenas ficou o nome, porquanto a linha de programação foi totalmente alterada, face aos novos objectivos traçados para a empresa.
A nova linha de programação em nada passou a corresponder àquele que esteve na base da concessão da licença.
Face a tão completa transformação, o facto seria, na opinião de muitos, motivo suficiente para a cessação da licença de emissão.
Não me lembro de alguém, na altura, pedir a cessação da mesma, com base em que o projecto nada tinha a ver com o que foi licenciado.
No meio da turbulência gerada com a venda aos espanhóis, foi, agora, suscitada a questão da renovação da licença por mais 15 anos.
É óbvio que tal teria que acontecer.
Terminando as actuais licenças em 2007, ninguém iria investir com o horizonte temporal de 2 anos e, para mais, sabendo que o tipo de emissão em nada se identificava com o que tinha sido proposto.
Do meu ponto de vista, e mais até do que a questão da nacionalidade do capital, interessará saber qual o perfil de programação que estará na base das novas licenças e como é que elas serão acompanhadas.
Pois, se tal não acontecer, estar-se-á, novamente, a licenciar lebre e a servir-se gato.
in 4R
Excelente post
Petróleo acima dos 70 dólares
Comentário
O ciclone passa e o resto do Mundo paga. Como se os combustíveis fossem baratos...
Segurança Social recupera 20,3 milhões num só mês
in JN
Fátima admite voltar no dia 7 de Outubro
Comentário
Desculpem, mas estamos na República das bananas?
Mas o que é isto? Uma pessoa que está com diversos processos judiciais em cima por corrução, desvio de dinheiros públicos, entre outras coisas, e recandidata-se à presidência da Câmara Municipal de Felgueiras? E o Tribunal considera-a como candidato efectivo?
Se fazem isto a uma pessoa destas, nem imagino como será com outros políticos, se bem que sempre achei que nos dicionários de Português, onde tem a definição de político, deveria de estar: Ladrão, pessoa que pode roubar outros sem qualquer intervenção da Justiça que o proiba e/ou o julgue por esses crimes cometidos.
segunda-feira, agosto 29, 2005
Um post(al) para o Governo
Se receber um postal do Governo com a mensagem "Poupe Água", retribua a gentileza enviando um postal com a mensagem "Poupe Dinheiro"...Apropriado!
in "O Insurgente" por BrainstormZ
Abertura da GNR à contração de elementos da sociedade civil agrada à APG
